quinta-feira, 24 de maio de 2018

O CARPINTEIRO.

                                                           
“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.” Jeremias 29.11 Estava fazendo um forro, na casa de sítio de minha mãe. Na propriedade ao lado, lenhadores derrubavam uma floresta. Meditava, então, que Jesus tinha a profissão de carpinteiro. Dei-me conta que Jesus continua perito em carpintaria, só que, agora, em vez de madeira, trabalha com seres humanos. Ele envia os crentes à floresta do mundo para encontrar alguma “árvore” que queira romper com as suas raízes que lhe prendem às coisas deste mundo e a levarem à igreja, a carpintaria de Jesus. Lá chegando, começa um longo processo. Primeiro o Carpinteiro passa a “árvore” na serra, tirando-lhe as costaneiras. A partir daí, a pessoa já fica diferente das outras “árvores”: perdeu a casca. Aí, o Carpinteiro olha e vê naquela “tora” um lindo objeto e diz: “farei de ti um palanque real”. A “árvore”, contente, já se põe a sonhar, com tanta gente a lhe admirar. O Carpinteiro liga outra serra e a “árvore” pergunta: “precisa isso?” E o Carpinteiro: “é só o começo, querida. Tu achas que o Rei vai usar uma “árvore” de qualquer jeito?” Mas não fica por aí: vem a plaina, a lixadeira, após, as tábuas são cortadas em pedaço e, então, chega o martelo, os cravos que lhe perfuram, grampos, cola, mais lixa. Chega um ponto em que não se pode imaginar que ali está a cascurrenta “árvore” da floresta. Então, vêm os detalhes de artista: a pintura, o verniz, o estofo, o entalhe. E o palanque vai para a praça. No caminho, a condução passa pela floresta. Suas companheiras, vendo a “árvore palanque”, torcem o nariz: “cheia, exaltada, metida a santa”. Ela somente sorri e diz: “se vocês soubessem que tudo foi o Carpinteiro quem fez... Eu só me coloquei em Suas mãos e deixei Ele me trabalhar”. E vai para a praça. E o Rei lhe usa para entregar uma linda mensagem de ano novo para o povo. Que tipo de “árvore” você é? Ainda está na floresta? Já está na carpintaria, mas não quer mudar a aparência de “árvore da floresta”? Ou já decidiste deixar o carpinteiro te moldar ao Seu modo? Precisando de um Ombro Amigo?Ligue ou visite-nos: (51) 3931.6001 - Av. Farrapos, 312 Porto Alegre/RS - Próximo à Rodoviária, ou acesse nosso site http://www.restauramundo.com/  Pr. Cláudio Grabowski. Parobé. RS

quinta-feira, 17 de maio de 2018

AFINAL, QUEM É JESUS?

                                                                                                  
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16) Seria Jesus um parapsicólogo, santo ou profeta?Comecemos a resposta pelo fim. Sim, pelo fim da sua vida terrena. Jesus morreu em uma sexta-feira e no domingo ressuscitou. Por que eu posso acreditar nisso? Dentre as evidências de sua ressurreição, destacamos as seguintes: (1) o relato bíblico assim o afirma (João 20 e 21); (2) seu sepulcro foi vigiado por uma escolta do exército romano, o mais poderoso da época. Ora, como poderia um pequeno grupo de discípulos assustados desafiar Roma para roubar o corpo do mestre e produzir um embuste? (3) A ressurreição de Jesus era a principal mensagem dos crentes da época, que morriam sem negá-la. Morreriam milhares para sustentar uma mentira? (4) O Cristo ressuscitado prometeu uma prova de que tudo era realidade: os discípulos receberiam poder para fazer milagres e formar novos discípulos. Dez dias após a promessa, os crentes começaram a fazer milagres e, em pouco mais de 200 anos, o cristianismo, sem dar um tiro sequer, havia conquistado o império mundial da época. Qual parapsicólogo, santo ou profeta ressuscitou? Nenhum. Jesus é mais do que isso: ele é Deus. Você já o conhece?  Eis a oportunidade para você e sua família ter um encontro com ele, acesse um de nossos endereços e visite uma igreja mais próxima de sua casa http://www.restauramundo.com/encontre-uma-igreja , Deus quer se revelar a você, para que fiques conhecendo quem é ele. Pr. Cláudio Grabowski. Parobé. RS 

sábado, 12 de maio de 2018

O PREÇO DO PERDÃO.

                         
“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5.8 Se um amigo bate no seu carro e você o perdoa, certamente ele se irá contente. Porém, o fato de você perdoá-lo não fará que o carro volte ao normal. Você terá que pagar a oficina para consertá-lo. O mesmo ocorre quando o dano não é material, mas emocional. A ferida causada no coração de quem perdoa poderá perdurar, mesmo após o perdão, e um preço será pago até a cura. Porém, mesmo assim vale a pena perdoar. É o perdão que liberta do ódio que consome quem odeia. Assim, é fácil ser perdoado, mas é mais difícil perdoar, pois é quem perdoa que paga o preço. Daí decorre, também, que, às vezes, o perdoado não dá valor para o perdão, pois ele não sabe o quão caro custou. É isso o que acontece entre Deus e os homens. Quando pecamos, ofendemos a Deus, pois essa é a definição de pecado. Porém, Deus, não fazendo caso de nossas ofensas, nos perdoou por meio de Jesus, a segunda pessoa da Trindade. Enviou-o para morrer por nós e pagar o preço que a justiça de Deus exigia. Ou seja, Ele perdoou e Ele mesmo pagou o preço. Por isso, muitos não valorizam o perdão de Deus, pois não pagaram o preço. Não sofreram, não foram crucificados e não morreram a mais horrenda morte. Porém, os que o valorizam e recebem a Cristo como Salvador e Senhor, alcançam o mais sublime milagre que alguém pode receber: a salvação de sua alma da condenação eterna. Este perdão e esta salvação estão disponíveis a você e a sua família, basta você tomar uma decisão de aceita-lo. Visite-nos em um de nossos endereços, acessando http://www.restauramundo.com/encontre-uma-igreja e Deus vai lhe abençoar. Pr. Cláudio Grabowsky. Parobé. RS

segunda-feira, 23 de abril de 2018

LIÇÕES DO CAMINHO DE EMAÚS.

"E eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos." Mt. 28.20b Emaús era uma aldeia a pouco mais de dez quilômetros de Jerusalém. Quando Jesus morreu, muitos discípulos que nEle viam um revolucionário contra o domínio de Roma, e não como o Salvador, se decepcionaram. Dentre esses, dois desciam de Jerusalém a Emaús quando um desconhecido passou a acompanhá-los. Os dois, então, desabafaram a tristeza, a decepção e a dor do coração. O desconhecido viajante passou a lembrar-lhes que as profecias diziam que Jesus ressuscitaria. A angústia era maior do que a fé; a realidade dos acontecimentos era esmagadora. Mas as palavras do viajante ardiam em seus corações. Ao chegarem em Emaús, os dois discípulos convidaram o viajante a chegar e, quando ele partiu o pão, reconheceram que era o próprio Cristo ressuscitado. O caminho para Emaús representa, hoje, o caminho da solidão, da decepção, das convicções abaladas. É um caminho que desce, de derrota, que sai de Jerusalém - que representa a presença de Deus. Talvez você esteja cruzando por ele agora. Mas não esqueça: Jesus não lhe abandonou. Cada vez que você sente o coração arder, quando a esperança, mesmo tímida, sussura ao seu ouvido, é o Doce Viajante que está ao seu lado. O próprio texto que agora você lê é mais uma forma do Mestre da Galileia lhe dizer: "eu posso lhe levantar de entre os escombros em que você está". Emaús não é o seu lugar. Dê meia volta. Volte a Jerusalém. Viva na presença de Deus. Jesus ressuscitou! Leia mais mensagens como esta também no site http://pastorhumberto.com/ e seja edificado você e sua família. Pr. Cláudio Grabowski. Área de Parobé. RS

quinta-feira, 12 de abril de 2018

O CRISTÃO COMO UM ESPIRITUAL. 3ª Parte.

                                                                                                                                                    

Em 1º Corintios 2; 15 a 16 Paulo fala da terceira grande divisão da humanidade, ele apresenta aqui uma ilustração do homem espiritual, Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo. Quem é o homem ESPIRITUAL? Paulo não está falando dos crentes em geral, o homem espiritual é com certeza um crente, mas, mais do que isso, é aquele cuja vida é controlada pelo Espirito Santo de Deus. Jesus Cristo não está apenas em sua vida, mas tem o controle dela! Ele experimentou o segundo nascimento, é Jesus Cristo é Senhor. Jesus Cristo reina e governa. O apostolo Paulo era um homem espiritual, ele escreveu aos crentes da Galácia: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gálatas 2.20 O homem espiritual é aquele que se rendeu completamente a Jesus Cristo, que reina supremo em sua vida. Em contraste com a imaturidade do homem carnal, o homem espiritual cresce nas coisas de Deus e produz fruto. O HOMEM ESPIRITUAL julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém. Ninguém jamais foi capaz de por si mesmo conhecer a mente do Senhor, ao ponto de poder instruí-lo. Mas, o homem espiritual, tem a mente de Cristo. Ele é controlado por Cristo que vive no centro de sua vida. O EU do homem espiritual não é anulado, mas não está mais no controle. Seus interesses controlados por Cristo, resultam em harmonia com o plano de Deus.  O crente ESPIRITUAL (Coríntios 3:1) é uma pessoa que vive em ESPÍRITO, é uma pessoa que anda em ESPÍRITO (Gálatas 5:25 - Gálatas 5:16), isto é, uma pessoa que apresenta o FRUTO do ESPÍRITO, o qual é 'amor (caridade), alegria (gozo), paz, paciência (longanimidade), benignidade (ser amável), bondade, fidelidade, mansidão" e "domínio próprio (temperança)" (Gálatas 5:22).  Aqui terminamos uma breve meditação sobre estes três tipos de Cristãos, estes três tipos que estão inseridos no meio do mundo, agora cabe a você , pedir uma revelação ao Espirito Santo, e ver qual dos três grupos você pertence. Pode ser que hoje esteja no grupo de numero 03, mas diante do mundanismo e ofertas que o sistema oferece, você pode ter saído do grupo 03, e passado para grupo 02... É uma pergunta que você pode responder, conforme suas atitudes, atos e ações. Pr. Cláudio Grabowsky. Parobé. RS


sábado, 7 de abril de 2018

O CRISTÃO COMO UM CARNAL. 2ª Parte

                                                           
O segundo grupo que gostaríamos de falar, é o grupo dos carnais, pode um Cristão verdadeiro ser carnal? Para responder a essa pergunta, vamos primeiro definir o termo "carnal". A palavra "carnal" é traduzida da palavra grega "sarkikos", a qual significa literalmente "mundano". Essa palavra descritiva é vista no contexto de Cristãos em 1 Coríntios 3:1-3. No início dessa passagem, o Apóstolo Paulo se refere aos leitores como "irmãos", um termo que Paulo usa quase exclusivamente para se referir a outros Cristãos, e então ele passa a descrevê-los como "carnais". Portanto, podemos concluir que Cristãos podem ser carnais. A Bíblia deixa bem claro que ninguém é sem pecado (1 João 1:8). Toda vez que pecamos estamos agindo de forma carnal. Nicodemos, um mestre em Israel, desconhecia que não tinha direito a entrar no reino dos céus e Jesus teve de ensiná-lo que, para ter direito a ver o reino dos céus, ele tinha que nascer de novo. Nicodemos ficou sem compreender o que seria nascer de novo e especulou se era possível um homem velho voltar ao ventre materno e nascer novamente, quando Jesus lhe explicou que o novo nascimento se dá, através da água e do espírito (Jo 3:3-5). Por que Nicodemos não podia entrar no reino dos céus? Porque “… o que é nascido da carne, é carne e o que é nascido do Espírito, é espírito”, de modo que este tem direito ao reino dos céus, mas aquele não, pois, carne e sangue não herdarão o reino dos céus. Vamos examinar por um momento as características do homem carnal, Como uma criança, ele é facilmente ofendido e magoado. A criança chora a menor provocação, qualquer atividade fora do comum pode pertuba-la. O cristão carnal enxerga pouco, da mesma forma que a criançinha, falta-lhe bom senso e maturidade. Assim como essas características são normais na criança, elas o são também para o novo cristão. Somente quando o cristão deixa de crescer é que a carnalidade se faz presente. Muitos cristões, porém, permanecem espiritualmente infantis por toda a vida, seu crescimento foi suspenso e impedido. Com a ajuda do Espirito Santo de Deus, conseguiremos sair deste grupo, e nos tornarmos ESPIRITUAIS.  Pr. Cláudio Grabowsky . Parobé. RS



quarta-feira, 28 de março de 2018

O CRISTÃO COMO UM NATURAL. 1ª Parte

                                                                           
 As pessoas que não têm o Espírito não aceitam as verdades que vêm do Espírito de Deus, pois lhes parecem absurdas; e não são capazes de compreendê-las, porquanto elas são discernidas espiritualmente. 1 Coríntios 2:14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele é loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. O Homem natural é aquele que não quer ter o conhecimento do poder da palavra de Deus ou não quer seguir a Cristo, porque para ele tudo isso é uma loucura, sua vida é governada pela vontade, prefere ceder aos encantamentos da carne, para que não precise andar de acordo com as leis de Deus, este, rejeita a existência de um ser que andou na terra para tirar o pecado do mundo e subiu aos céus, ele sabe que existe um Deus, mas não se importa com ele, pois prefere pecar, prefere blasfemar e não dá a mínima aos ensinamentos da bíblia, ou acha loucura o que os crentes seguem, ignora a existência de Deus. Este tipo de homem é o natural, um homem normal, porém os prazeres da carne não dão espaço para que Deus trabalhe em sua vida, geralmente são vulgares, praticam sexo casual, são viciados em qualquer coisa que lhes dão prazer, mentem, roubam praticam adultério e não temem a Deus. Esse tipo de homem não tem salvação, nasce do pecado e morre no pecado. Só terá a salvação se for transformado pelo Espirito Santo. A primeira divisão descrita é a do homem natural. Em 1 Coríntios  2:14 lemos que “o homem  natural não aceita as cousas do Espírito de Deus; e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente Quem é o homem natural? É aquele que nasceu apenas uma vez! Está fisicamente vivo, mas espiritualmente morto. É motivado primariamente pelos seus próprios desejos materiais. Não tem fé, não foi convertido e está perdido. Certa vez um líder religioso de nome Nicodemos aproximou-se de Jesus a fim de obter orientação espiritual. Jesus lhe disse: “quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5); e Ele passou então a definir o homem natural. “O que é nascido da carne”, disse Jesus, “é carne” (v. 6). O homem natural é carne. Jesus Cristo não faz parte de sua vida. O “eu” reina supremo. Jesus Cristo foi excluído. O homem natural é egocêntrico. Ele basicamente funciona e busca satisfação nos cinco sentidos humanos. Apesar de poder mostrar-se externamente amável, cortês e bondoso, é egoísta em seu íntimo e busca em primeiro lugar satisfazer seus desejos carnais. O seu espírito jamais foi tocado pelo Espírito Santo, e ele está separado de Deus. Siga conosco na próxima publicação onde estaremos falando sobre esta segunda divisão, que é o Cristão Carnal. Pr. Cláudio Grabowski. Área de Parobé. Rs