quinta-feira, agosto 29, 2019

PERDA DA COMUNHÃO, GERA A MORTE ESPIRITUAL. 1ª Parte


Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar.  Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. O Homem estando no Jardim do Édem usufruía da imortalidade, pois Deus mesmo vai ameaça-lo com a morte. Dizer que o homem era imortal significa dizer que ele não era suscetível a morte por sua própria natureza. Entretanto, dizer que usufruía de imortalidade significa dizer que, embora não fosse imortal, era lhe concedido algum benefício que não permitia que ele se corrompesse, envelhecesse e morresse. Era exatamente isso o que acontecia com Adão. Então disse o Senhor Deus: "Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida. Gen. 3.22-24" O fato de Adão e Eva morrerem após o pecado não se deu pelo fato de ter sido mudada alguma coisa em seus corpos, mas, sim, em razão de terem sido expulsos do jardim e não poderem mais comer da árvore da vida. Ora, se para terem a imortalidade era necessário que comessem da árvore da vida, isso implica dizer que os homens eram mortais, e a imortalidade que poderiam usufruir advinha de estarem constantemente participando da vida de Deus por meio da árvore da vida. O que seria a árvore da vida? Entende-se que a arvore da vida era algo espiritual, pois o Apocalipse revela que ela está no céu, onde as coisas são espirituais: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus. Apocalipse 2.7" João também afirma que ela estará na Nova Jerusalém: "No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações. Apocalipse 22.2" Não deixe nada impedir que você continue comendo da árvore da vida, que hoje temos a figura de JESUS CRISTO. Pr. Cláudio Grabowski / Parobé. RS



   

terça-feira, agosto 20, 2019

COME E BEBE JUIZO PARA SI MESMO. Parte 03


“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei […]” (1 Coríntios 11.23) O que Paulo quis dizer quando orientou que ninguém deveria participar da Ceia do Senhor indignamente? Essa orientação está exposta no texto bíblico que diz: “Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor”. A orientação de Paulo é seguida de uma advertência muito séria, um alerta de que participar da ceia “indignamente” traz condenação de culpa sobre a morte do Senhor. Além disso, o apóstolo alerta que as consequências para quem “come e bebe indignamente” é a “própria condenação”. Vejamos a definição de indignamente: De maneira indigna; em que há desonestidade: aquele trabalho foi conseguido indignamente. Quanto a julgar-se a si mesmo na Ceia, ao nos julgarmos a nós mesmos, reconhecemos que somos, por nossos méritos, indignos de estar ali participando dos símbolos do corpo e do sangue de Cristo. Mas, ao mesmo tempo, entendemos que Deus nos tornou dignos pela obra de Cristo e, portanto, estamos ali por favor. O juízo próprio sempre nos leva a nos considerarmos nada e Deus tudo. O julgamento próprio na Ceia não é para deixar de comer, mas para comer. "E assim (julgado), coma." Paulo iniciou o capítulo 11 com um elogio a igreja de Corintio, afirmando que eles estavam sempre procurando saber sobre como ele estava e que eram capazes de manter os ensinamentos conforme ele havia ensinado. Porém, o modo como a Santa Ceia estava sendo celebrada desagradou a Paulo. As advertências quanto ao modo como a Ceia do Senhor estava sendo celebrada pela igreja de Corinto tem início no versículo 17 e se estende até o 34. Nesta seção Paulo se detém a orientar sobre a celebração da Santa Ceia. Ao expor suas orientações, Paulo demonstra que a Ceia do Senhor é uma representação visível que simboliza a morte de Jesus por nossos pecados. Portanto, a Santa Ceia deveria ser celebrada pelos cristãos, pois para o descrente não teria nenhum significado. A participação na Ceia serve para fortalecer a fé, reforçando nossa comunhão com Cristo. Falando claramente, Paulo critica a forma como aquela igreja estava celebrando a Ceia, pois as reuniões promovidas por eles faziam mais mal do que bem (1 Coríntios 11.17). Havia divisões na igreja, acepções entre ricos e pobres. Paulo reconheceu que é natural as diferenças entre pessoas, mas condenou o fato das divisões naquela igreja ter sido desenvolvidas por vontade própria. Pr. Cláudio Grabowsky. Parobé. RS

terça-feira, agosto 13, 2019

COME E BEBE JUIZO PARA SI MESMO. Parte 02



Atos 2.44- 47 E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. Parece-nos que todos se esforçavam para absorver o máximo daquilo que era ensinado e orientado pelo Espirito Santo. Leiamos também em Atos 4.32 -33 Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha. Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre, possuindo uma herdade, vendeu-a, e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos. Pegamos o exemplo deste irmão por nome Barnabé, vemos nele a revelação se tornando realidade, podemos dizer que o irmão Barnabé é símbolo da fidelidade. Entretanto ao terminar o capitulo quatro, e começando o versículo cinco temos uma palavra que nos chama atenção... a primeira palavra, “ MAS...”  (Definição da palavra, mas: liga orações ou períodos com as mesmas propriedades sintáticas, introduzindo frase que denota basicamente oposição ou restrição ao que foi dito; porém, contudo, entretanto, todavia.) Havia também um casal de membros nesta igreja que hora tomamos por exemplo que neste capitulo cinco vai nos informar que não havia um percentual da revelação ensinada na vida deles. Assim compreendemos que numa igreja temos um gráfico de altos e baixos, mais e menos de pessoas e cristões com a revelação da palavra de Deus.  Eles sabiam o que era certo, e também aquilo que era errado, eles sabiam o costume da igreja, porem a pureza da comunhão da igreja foi violada por um casal, assim como no princípio Adão e Eva, que infeccionaram o local que congregavam. Assim como o Irmão Barnabé representa a fidelidade, o casal Ananias e Safira representam a infidelidade. Vamos ver os jovens carregando, transportando para fora da igreja o engano e a mentira, e nada mais é  do que o lugar dela... fora da igreja. O perigo de fingir SER o que não somos para parecer que SOMOS. O fermento no meio dos grãos não moídos , não tem efeito, eles precisam ser moídos tornando-se uma massa homogênea, um todo. Você já viu fazer um purê de batatas, com batatas cruas? Como deve ser uma refeição com purê de batatas onde as batatas são cruas, e não cozidas?  É óbvio que as batatas precisam ser cozidas, bem amassadas  para que haja uma unidade naquele alimento. O irmão Ananias e Safira não deixaram ser amassados pelo evangelho, pela palavra e trouxeram juízo sobre suas vidas naquela igreja., poderíamos falar sobre Acá, o mágico Elimas, Herodes, ainda falar sobre Acabe e sua esposa Jezabél, enfim a bíblia esta repleta de exemplos de pessoas que não se condicionaram a observância da palavra de Deus, e trouxeram juízo sobre si. Fica um alerta caro leitor , e ao mesmo tempo uma advertência para sua vida espiritual. Pr. Cláudio Grabowsky. Parobé. RS